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Polícia prende quatro suspeitos de manter comércios clandestinos no Centro do Rio

Ação foi desdobramento de ação que fechou um ‘bunker’ do tráfico no último fim de semana


Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Quatro homens foram presos, na noite de quinta-feira (3), na Avenida Mem de Sá, no Centro do Rio. Segundo a Polícia Civil, eles eram responsáveis por estabelecimentos comerciais clandestinos, como distribuidoras de bebidas e gelo, além de bares, confecção e salão.

A ação, ainda de acordo com a corporação, reuniu equipes da 5ª DP (Mem de Sá), da prefeitura e da Light e se deu como desdobramento da operação que fechou um 'bunker' do tráfico no último domingo (30).

As atividades comerciais ilegais eram praticadas em imóveis invadidos que já abrigaram empreendimentos históricos da região, como a casa de shows Asa Branca e a antiga Pizzaria Guanabara. Nestes locais, foram identificados 'gatos' de luz e água, com ligações diretas no fornecimento da rua, sem relógios ou hidrômetros. Havia ainda a comercialização de botijões de gás sem as autorizações necessárias expedidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).


A Polícia Civil informou que segue investigando outros possíveis envolvidos, como o responsável pelas invasões e os beneficiários dos aluguéis cobrados, além da relação do esquema com o tráfico local.


As investigações apontam que o espaço pertencia a Wilton Carlos Rabello Quintanilha, conhecido como Abelha, uma das principais lideranças do Comando Vermelho. Dois homens foram presos em flagrante na ocasião.

O "bunker" funcionava dentro de um casarão, situado entre a Rua Joaquim Silva e a Travessa Mosqueira. O cômodo era isolado com portas de aço, uma delas destinada a uma pequena passagem por onde os criminosos poderiam fugir e a trancar por fora, inviabilizando as buscas contra eles. A estrutura de aço pesa mais de 300 kg.


No casarão, havia venda de maconha, haxixe, skank, cocaína e crack. A Polícia Civil destacou que usuários faziam filas para comprar os produtos. Cerca de 2 mil drogas foram apreendidas, gerando um prejuízo estimado de R$ 100 mil.



*Com informações O Dia

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